PF cumpre mandados contra Cláudio Castro em investigação sobre investimentos da Rioprevidência no Banco Master
Polícia Federal realiza busca e apreensão na casa do ex-governador Cláudio Castro em investigação sobre aplicações bilionárias da Rioprevidência em fundos ligados ao Banco Master.
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Redação Rota Digital
Publicado em
26 de maio de 2026 às 09:00
Atualizado em
26 de maio de 2026 às 09:00
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Equipe Editorial Rota Digital
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Economia

A Polícia Federal deflagrou a oitava fase da Operação Compliance Zero, cumprindo mandados de busca e apreensão contra o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, em investigação sobre aplicações financeiras da Rioprevidência em fundos vinculados ao Banco Master.
A ação ocorre no contexto de suspeitas de irregularidades envolvendo recursos do fundo previdenciário estadual, que teriam sido aplicados em produtos financeiros de alto risco, com movimentações consideradas atípicas desde outubro de 2023.
Ao todo, a operação executa dez mandados no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, envolvendo ex-dirigentes e integrantes ligados à Rioprevidência. A investigação aponta que, entre julho de 2023 e julho de 2024, foram aplicados cerca de R$ 2,01 bilhões em fundos relacionados ao Banco Master, totalizando quase R$ 3 bilhões quando somadas fases anteriores.
Para os servidores públicos estaduais, a suspeita de má gestão dos recursos previdenciários representa um risco direto ao patrimônio destinado à aposentadoria, podendo comprometer a segurança financeira futura desses trabalhadores.
Entre os desdobramentos recentes, destaca-se a prisão do ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, em fevereiro, após suspeitas de gestão fraudulenta e desvio de recursos. A PF também apura alterações nas regras internas de segurança para investimentos, que teriam facilitado a ampliação dos aportes em produtos do Banco Master.
A investigação segue em andamento, com a Polícia Federal aprofundando a análise da política de investimentos adotada durante a gestão de Cláudio Castro e seus antecessores, buscando esclarecer a extensão das irregularidades e responsabilizar os envolvidos.
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Fonte consultada: InfoMoney
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